O
INSONDÁVEL MISTÉRIO DO SER.
“EU
SOU, LUZ, SAÚDE PLENA E PAZ!”
XXV
Átomos...
Ou Semideuses?
Continuando
a Viagem pelo Oceano da Vida!
Nesta
Nau chamada Corpo!
Na
convivência familiar ou social nada mais somos do que visitantes
diários de variadas agregações que nos facultam gradativamente a
evolução de conceitos que aprimorarão nossas personalidades para
que sejamos capazes de nos libertarmos daqueles conflitos que
normalmente aconteciam no inicio da Viagem e que tinham em muitos
casos formas pesadas de convívios e a própria existência parecia
ser algo desconfortável como se fosse mais um fardo a ser carregado
do que uma disciplina a ser buscada para consecução da evolução
em curso. Estas visitas acontecem por necessidade de crescimento e
desenvolvimento em todos os sentidos da vida, fazendo com que sejamos
mais coerentes com as condições que determinamos que sejam as
nossas mestras provadoras no campo das manifestações. As escolhas
que fazemos para sermos sabatinados é que se moldarão segundo
deliberada vontade e mérito de avanço no campo anímico/consciencial
e cada prova vencida, fará com que a próxima venha com mais rigor e
com mais solicitação de respostas aos campos da perfeição e será
neste intercâmbio entre as variadas e diferentes agregações
energéticas implexas na decorrência de nossa vida cotidiana que nos
moldam comportamentos para irmos pouco a pouco aprendendo como agir e
interagir com estas Energias diferenciadas sem mais nos criarem e
criarmos conflitos internos e externos fazendo com que se manifestem
acontecimentos desagradáveis que nos tiram o sossego e o afastamento
daquele convívio harmônico e saudável que tanto esperamos
alcançar.
Este
estágio da navegação representa simbolicamente a classe escolar
que nos alfabetiza para o desenvolvimento da intelectualidade só que
neste caso será para a leitura vibracional que nos envolve a todos
de forma a estarmos presentes em uma Nau Absoluta sem que tenhamos
contato físico uns com os outros, “entre aspas”, porque
independente de seguirmos correntes diferenciadas e não nos
encontrarmos não quer dizer que não estejamos todos na mesma
embarcação fazendo, inclusive, parte de uma mesma e única Viagem.
Quando
passamos por este ou aquele caminho durante a jornada cada passo dado
fica gravado na Alma e tudo aquilo praticado, pensado e sentido
fazendo com que o Silêncio da Alma seja um Grito no Escuro de si
mesma em busca daquilo que determinamos como Felicidade e Plenitude,
quando conseguimos dentro desta escuridão sem precedentes caminhar
com segurança e na convicção de que estamos no rumo ideal iremos
iluminando cada um dos pedacinhos do caminho avançado, da mesma
forma como a embarcação vai sulcando silenciosa às águas obscuras
dos Oceanos e mesmo assim vai seguindo em frente sem a certeza de que
está totalmente protegida ou livre de enfrentar obstáculos, apenas,
vai calando e vencendo em si mesma todas as condições desfavoráveis
pela adversidade que normalmente se apresentam, mas, simplesmente,
acreditando que nada poderá lhe obstruir o avançar sem a sua
permissão.
No
empreendimento desta Viagem Cósmica somos a resultante reflexiva das
decisões e influências de nossa Egrégora Mãe que tem o dever de
nos orientar para uma caminhada segura, da qual jamais conseguiremos
nos afastar por muito tempo por serem junções ou elos
inquebrantáveis construídos do mais poderoso aço que tem a
conotação plena do Conhecimento sólido e não a vã vontade sem a
consistência da tenacidade. Por mais distante ou irrupções que
façamos em outras egrégora seremos sempre protegidos pela
elasticidade deste princípio da Suprema Proteção que nos acompanha
sem nos permitir que sucumbamos às intempéries pela falta da
percepção baseada em uma compreensão mais elevada. Já falamos
sobre as marcas que ficam registradas na Alma e que de tempo em
tempos se reapresentam com a finalidade de nos testar a capacidade da
repetitividade ou o discernimento para filtrarmos o certo do errado,
estes registros são os maiores Mestres de Bordo que temos no
interior de nossa embarcação e que durante a Viagem vão
orientando-nos, sem interferir no livre arbítrio individual, para
que não caiamos no acometimento de erros que serviram de dores e
sofrimentos no passado, nesta ou em qualquer outra Viagem que já
fizemos em outras reencarnações, em outros corpos.
Nossos
Corpos são as Naus ou Naves de Pesquisas que a Alma tem a disposição
para que seu interior seja iluminado e trazido à superfície o
Inerente Poder Interno segundo a Imagem e Semelhança de um Criador
Absoluto e Único.
Para
ajuda deste Conhecimento intrínseco e a possível lembrança de como
estas marcas foram feitas durante a nossa trajetória existencial se
faz necessário que abramos a caixa preta que temos no interior do
Cérebro e que está, devidamente, conectada as faculdades de atenção
da Alma para que não venhamos a abri-la de supetão evitando desta
forma uma reação violenta com relação às lembranças do passado
que não somos adeptos a ficarmos remexendo e assim não sofrermos
duas vezes a mesma situação adversa. Mas, porque as coisas boas,
gostamos de lembrar e normalmente nos servem de nostalgias?
Se,
temos a hábito de lembrar as situações boas, precisamos
desenvolver a capacidade de revolver o passado para procurarmos
compreender nossa existência libertando-nos das faltas cometidas por
pensamentos e ações, assim tirarmos as conclusões necessárias
para tantos encontros e desencontros que tivemos com o Sucesso em
todos os âmbitos da Vida e, principalmente, fazermos, destas
respostas, base fundamentada ao seguimento de uma nova vivência.
Memória
Mnemônica é o nome da Caixa Preta Registradora que teremos um dia
que abrir para encontrar a resposta correta para os questionamentos
que fazemos e que nos condiciona a ficarmos nas entrelinhas do
subterfúgio para não complicarmos ainda mais nossa caminhada sem
uma consciência aflorada na convicção plena daquilo que desejamos
trazer a Luz do Conhecimento. Por esta razão, enquanto não
estivermos cônscios de nossas responsabilidades para com o que vamos
descobrir e cientes de que as descobertas não nos afetarão a Mente
e o Corpo, a abertura de tal Livro de Registros não será permitida
e, também, não poderemos visitar Egrégoras distantes ou voltarmos
a lembranças de vidas passadas por elas carregarem consigo fardos
acumulados naquilo que chamamos de Bagagem Cármica a qual não tem
nada a ver com “Cobrança”, mas, pura e simplesmente,
Aprendizado... Esta é a razão pela qual não podemos visitar o
passado, em alguns momentos, não sendo plausível e em outros não
sendo desejável por falta de discernimento com a Evolução...
Evoluir é lembrar para resgatar e resgatar não é Pedir perdão,
mas, aprender a Perdoar e principalmente, a si mesmo! Por não
conhecermos a mecânica do Auto Perdão fica mais fácil nos
condicionarmos ao esquecimento. Chegaremos lá, ainda somos muito
novos!
Assim,
seguimos em Viagem, apenas, comungando com as Egrégoras que
desenvolvem conosco a mesma rota, seguem as mesmas correntes
marítimas ou aquáticas e por serem especiais a cada um não sofrem
a interferência de uma nas outras a não ser quando convite feito,
então, pode-se penetrar na casa do outro, pois, a Licença foi
deliberada pelo proprietário... Seguimos Viagens exclusivas dentro
do Grande e Poderoso Oceano da Via em Curso.
Não
poderia ser de outra forma, até porque a experiência de um não tem
como ser da mesma maneira para o outro, cada um segue na mesma rota,
em busca do mesmo porto, mas, em diferente condução permitindo
desta maneira que Personalidades sejam diferenciadas garantindo assim
uma individualidade absolutamente explicita no sentido da própria
palavra. Chegamos à porta de uma nova descoberta, Somos emanações
em Imagem e Semelhança de um Grande Poder, entretanto, diferenciadas
em expressões para que se estabeleça o critério do alcance do
Conhecimento pela busca individual em prol de uma Unicidade que
agregará todas as Egrégoras e delas receberá o registro e o
resultado da pesquisa elaborada nas internas Instalações do
Laboratório Alquímico que cada individualidade representa perante o
Cosmos e o Cósmico. Por isso para alguns a Vida sobeja e a outros
falta, até o essencial. Prêmio? Castigo? – Não, apenas,
experiência prática! Complicado? – Eu sei! – Mas, aqui cai mais
um Véu de Isis que obscurece os trechos da Estrada Sagrada e que
mantém a humanidade presa ao coitadismo de si mesma...
Toda
corrente que seguimos nada mais é do que aquela convergente das
disposições mentais com relação as nossas personalidades e
crenças criadas durante nossa passagem pela existência.
Podemos
por resolução espontânea seguirmos por Mares Tempestuosos ou
sulcarmos em Águas Tranquilas e Límpidas, desde que saibamos por
quais correntes queiramos conduzir nossas Naus, nesta atitude
preencheremos vazios que ficaram em Viagens passadas e determinamos
um novo sentido a nossa navegação, realizando uma nova escrita ou
registro no Livro da Vida. Podemos afirmar sem sombra de dúvidas que
não escolhemos e muito menos seremos escolhidos para percorrer por
esta ou por aquela corrente, simplesmente, seguimos por caminhos
previamente elaborados durante a jornada os quais irão se
apresentando seguindo um padrão específico por afinidade adquirida
conforme o avanço da Nau dentro do Grande Oceano, por esta Razão os
Rosa Cruzes se relacionam com a grande expressão “PAZ
PROFUNDA”, isto não é por
acaso... Somos vinculados a estas direções por designações
cármicas e quanto mais nos colocarmos a disposição da corrente,
mais satisfeitos e felizes nos tornaremos.
A
Viagem ascensional só não é feita de forma coerente por todos, por
mero descaso das qualidades que cada emanação expressa e não
aceita, o Rico não sofre por falta de dinheiro, mas, em muitos casos
sofre pela falta da saúde, o pobre sofre por falta de dinheiro,
entretanto, em sua maioria tem uma saúde de ferro, esta falta de
compreensão é que leva a humanidade a colocar seus barcos em fluxos
vibratórios diferentes das suas afinidades e comportamentos, fazendo
com que naveguem a deriva por tempo indeterminado, porém, ao se
manifestar a compreensão sobre a existência e o porquê de certas
condições, é dada a Vida novo sentido e tudo parece mais fácil de
ser alcançado.
Esta
Viagem Cósmica teve início exatamente no momentum em que DEUS
multiplica-se em miríades de formas, dentro as quais uma delas é
cada um de nós, fazendo com que se iniciasse naquele instante um
novo processo de relacionamento entre DEUS e o Seu UNIVERSO, este
procedimento recebeu o Sagrado Nome de a Viagem e nela, desde então,
nos encontramos com a finalidade de encontrarmos novamente aquele
ponto de partida que ficou esquecido no tempo e no espaço para o
qual deveremos retornar, pois, sem medo de estar cometendo heresia
dizemos que do Porto de onde partimos a ele deveremos voltar. Este
ponto de partida chama-se Essência Primordial ou a Unidade com a
qual temos a maior afinidade... Por isso viajamos de Estrela em
Estrela até que retornemos para casa. Ser é Viajar ao redor deste
imenso Planeta que por ser redondo ou esférico como queiram faz com
que fiquemos aqui até a conscientização sobre nossa existência,
nossa origem, nosso verdadeiro SER dentro da imensidão destas
obscuras Águas Mentais as únicas capazes de nos conduzir com
segurança fortaleza e fé pelos caminhos intrínsecos da Alma.
Somos
livres para viajarmos por mares desconhecidos em busca deste
Conhecimento que nos iluminará, entretanto, também, ficamos
prisioneiros nas profundezas destas águas se nos deixarmos
deslumbrar pelos ilusórios abismos que se apresentam a frente com
todas as suas belezas falsas capazes de nos agrilhoar por milhares de
anos e aqui mais uma vez me atrevo a afirmar: assim nos encontramos
hoje, prisioneiros de nós mesmos!
Todavia,
se nos familiarizarmos com estes abismos passaremos por eles,
observando as suas belezas sem permitir que elas nos afetem o Corpo e
a Alma, assim poderemos realizar uma vivência criativa, construtiva
e muito produtiva no campo da materialidade e no campo anímico uma
harmonia plena entre os contrários para que o Equilíbrio perfeito
que a tudo controla se manifeste para expressão da verdadeira e
única felicidade, ou seja, o absoluto sentido de SER.
Quando
nos permitimos seguir pacificamente as correntes energéticas é
porque não aceitamos mais as coisas como estão se desenvolvendo e
passamos a nos harmonizar com um fluxo do qual seremos condicionados
beneficamente a seguirmos por opção no desejo de mudança e neste
momento a Alma assume como Timoneira Mor a condução da nossa
embarcação.
Enquanto
a Viagem for realizada inconscientemente, em muitas ocasiões somos
acionados por forças externas e nocivas a abandonarmos a Nau, desta
forma nos colocamos em retirada para voltarmos mais tarde em outra
embarcação para retomarmos a viagem do exato local de onde paramos,
porém, sem a lembrança do percurso já realizado, esta memória só
será lembrada quando tivermos acesso à caixa preta aonde se
encontra todos os registros como já falei antes.
Cada
vez que ocupamos um novo barco no campo das reencarnações somos
convidados a seguirmos uma determinada corrente que tem um fluxo de
avanço segundo a nossa evolução até o momento, podemos ver estas
correntes como grandes oportunidades que temos para continuarmos a
buscar evoluir sempre. Podemos sair por um tempo, mas, logo em
seguida precisamos retornar para darmos seguimento a Viagem que não
poderá ser ou ficar interrompida por muito tempo.
Só
temos duas oportunidades de mudarmos de embarcação ou por mérito
de crescimento anímico/consciencial, desta maneira é porque a
tripulação evoluiu e chegou a um ápice de entendimento que não
concilia mais com as demais egrégoras que atuam na mesma oitava
vibracional fazendo que por importância de amadurecimento
psico/dinâmicos busque novos companheiros em outras Egrégoras
Planetárias para continuar sua Viagem Cósmica. A segunda forma é
aquela em que não aceitando a evolução continue a sua Viagem muito
lentamente percebe que não lhe serve aquele crescer sem sentido,
então, pula de embarcação em embarcação acreditando que irá
encontrar-se consigo mesmo em outra congregação e na realidade a
situação não está com a egrégora, mas, com ele que não consegue
vislumbrar a Paz e por isso vive em conflitos íntimos e busca outros
afins aos seus momentâneos sentimentos como viajante, porém, em
qualquer uma das duas opções jamais deixará de ser um Viajante na
Luz. A Grande Verdade para que estas jornadas individuais e
intransferíveis sejam coroadas de êxitos está na condição de
análise que já falamos, mas, vamos recapitular!
A
Viagem que ora empreendemos esta amplamente conectada as nossas
formas comportamentos que expressam energias vibracionais a
conspirarem ou interferirem no desenvolvimento desta Turnê Anímica,
entretanto, elas não têm o poder de interrompê-la, apenas,
retardá-la para que o devido acordar da Persona em questão aconteça
e coloque a sua embarcação na corrente desejada.
A
Personalidade viverá por muito tempo sem este entendimento, até por
uma questão de autopreservação em si mesma, porém, não ficará
fora da Corrente da Vida por todo tempo, pois, a sua perspectiva
interna ou intrínseca é o atingir da Evolução pelo mesclar de si
com a Alma Imortal e assim, também, vir a Imortalizar-se no Corpo
(sua embarcação) para que se torne no Verdadeiro Viajante no Raio
Eterno de sua Luz Perene.
Por
mais diferentes que sejamos uns dos outros como partícipes de uma
humanidade sem dúvidas nenhuma seguimos o mesmo caminhos, as vezes
nos enxergando, outras não, mas, dele não é permitido nos
afastarmos por ser parte fundamental da Conexão D+Eus que
complementam a Supremacia do Ser Absoluto. Saber perceber esta
condição é que nos facultará o discernimento sobre aquilo que
realizamos pelo – Quem Sou Eu? – De Onde Venho? E o Para Aonde
Vou? Quando conseguirmos responder a pergunta primeira é porque já
estamos recebendo permissão para mergulharmos nas Profundezas
Misteriosas de Nosso Ser Imortal facultando-nos a bela condição de
não Navegarmos mais a Deriva neste Magnífico Oceano denominado
Vida.
A
Personalidade baixa a sua Guarda e se Mescla a Alma transformando-se
em uma Só e ao Humano cabe o Direito Sagrado de sentir-se Senhor de
seu próprio Universo passando a partir de então, criar conforme a
sua Vontade as desejáveis Correntes Marítimas que o conduzirão com
Nau em Viagem aos Portais de Luz, Saúde Plena e Paz, três Portais
de Ouro que contém em seus interiores todas as Possibilidades
imagináveis fazendo com que o Impossível desapareça para que
somente o Viável seja a Sua Realidade Plena.
Um
convite neste encerramento: - Façamos com que este barquinho que ora
viajemos pelo Universo a fora se transforme em um Belo Transatlântico
para que possamos não só sulcar os mares, mas, que possamos dar aos
outros a possibilidade viajarem consigo, agregando em si outras
Egrégoras e assim, venhamos a realizar a parábola divina que diz:
“Onde dois ou três estiverem reunidos em Meu Nome Ali s Serei
muito mais Forte”!
Boa
leitura a Todos! Sejamos, pois, Naus Conscientes dentro da Corrente
que cada um criará para as Suas Viagens Individuais até a
Unidade...
Paz
Profunda a Todos! É o meu desejo de
Viajante da Luz!
EU
SOU,
El
Pensator!
Carlos
Barros.

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