O
INSONDÁVEL MISTÉRIO DO SER.
“EU
SOU, LUZ, SAÚDE PLENA E PAZ!”
X
Dando continuidade a nossa busca seremos
inseridos a partir de hoje no princípio que rege a Hierarquia que
demos permissão a sua abertura para que pudéssemos compreender a
forma como somos geridos e gerados perante um contexto fora dos
padrões explicativos aos quais estamos acostumados.
Como
somos reações vibratórias de uma Energia Essencial que nos
qualificou com as suas qualidades e propriedades para que
conseguíssemos realizar sem mais a necessidade da mediação de
outros, porém, por um tempo nos foi escondida esta condição para
que a desenvolvamos em nós, conforme princípios Éticos, Estéticos
e Morais, desta maneira nós passamos a sermos os únicos
responsáveis por tudo àquilo que acionarmos no campo energético.
Na
decorrência da Trajetória Física Evolutiva é-nos facultado um
gradual sentimento de percepção extrassensorial que em determinadas
ocasiões não demos muita atenção as suas expressões, avisos e
reavisos, entretanto, conforme amadurecimento psicológico vamo-nos
libertando de preconceitos e condicionamentos por clichês dogmáticos
onde passamos a interagir com a Lei Psico/Dinâmica do Retorno, sendo
a partir deste tempo que nasce um questionamento para o qual passa a
ser fundamental a sua resposta e cabe a cada um ir busca-la em seu
Interior.
A
resposta para tanto é a resultante da manifestação e
aperfeiçoamento por prática dos dons que acima expusemos, foram
relatados como SETE, mas, na realidade não são mais do que apenas
uma só Percepção Extrassensorial altamente desenvolvida que nos
permite termos as suas qualidades em nossas defesas ou na guarda de
outros exatamente no instante em que seja solicitada uma
interferência neste sentido.
Nesta
caminhada por várias vezes iremos nos deparar com o nº Sete o qual
precisamos fixar em nosso Mental/Ativo que a sua participação está
em todo o contexto Criador, assim nos reportamos a Criação pelos
Sete Átomos Primordiais de onde tudo é consequência originada.
Enquanto
não sentirmos que somos um só Átomo; um só Pensamento; um só SER
em constante AÇÃO continuar-se-á a viver este sentimento de que a
separatividade é o nosso habitat natural e não o é. Portanto,
busquemos incansadamente, a nossa Unidade com o TODO dentro da
Realidade que nos envolve como Atualidade.
Ao
mergulharmos neste Mistério vamos tendo a consciência de que não
seremos muito bem entendidos pela simples razão do Dogma, porém,
como não sou dogmático, me atrevo a confrontar conhecimentos
convencionais para que sejamos capazes de chegarmos aos Portais do
Sagrado Mistério, porque a resposta para aquilo que buscamos se
encontra por detrás desta Porta Oculta.
Quem
sou eu? – Ou, O QUE EU SOU?
Esta
pergunta está na proposta Original do Criador quando nos colocou em
ação no mundo das formas. A qual se poderá responder sem medo de
sermos sacrílegos que – Eu Sou um SETE!
– Por quê? – Porque, Sete foi a Ordem do Criador e é no, Sete
que a Ressurreição dá sinal de sua existência onde passa a
manifestar compreensão pelo Eterno
Aqui/Agora. Vamos às análises. –
Durante o ano temos a nosso conhecimento doze meses que se dividem em
quatro estações aí pergunto: Por que Setembro é o nono mês e não
Sétimo como o próprio nome indica? Ou será porque os dois
primeiros meses fazem parte do processo Criador para manifestação
de Consciências e o ano tem o seu início em Março? – Muitas
filosofias assim explicam como na Astrologia o ano começa em Março,
algumas Ordens Secretas têm o seu ano Novo em 31 de março,
inclusive com comemorações de fim e começo de ano. Este sentido
oculto dado ao Ano Esotérico não nos é explicado até que
estejamos aptos a buscar lhes a compreensão.
Como
tudo está envolto em mistérios este não seria diferente e assim se
coloca a disposição para, também, ser desvendado.
Temos
um ano comum com seus doze meses, tendo como base de princípio o
Janeiro e o Dezembro como final. Entretanto, o ano se inicia com o
verão em curso, coisa de treze a quinze dias conforme a sua entrada.
Temos no final de Dezembro uma determinada forma de expressarmos
emoções com muito barulho, alegria e fogos de artifícios, enfim,
explosões e quanto mais, melhor e ao mesmo tempo não tem duração
muito longa, pois, em questão de minutos tudo silencia e passa-se a
comemorar um novo porvir.
Mas,
o que isto tem a ver com aquilo que estamos tentando desvendar como
mistério? – Vamos lá, então!
As
explosões de fim de ano são simbolicamente o nascimento de algo
novo que tem durante os meses de janeiro e fevereiro para
entendimento e reflexão do que está acontecendo ou tempo para
afloramento de consciência para aquilo que vem pela frente para
poder-se cultivar, adquirir conhecimentos e experiências em prol de
uma evolução. O famoso Big Bem, do Caos para o nascimento.
Encerramos um ano, cansados por termos feito alguma coisa ou por não
termos feito nada, tudo é motivo de espera que em um Novo Ano
possamos vir a fazer melhor e que não sejamos tão joguetes das
situações não compreendidas condições estas criadas por nós
mesmos com esquecimento de causa, por isto o eterno
renovar.
Agora
vai ser melhor!
É
a ansiedade humano!
Neste
estado de ânimo encerramos o ciclo anual para retornarmos com nova
expectativa de que alguma coisa vai mudar, ou será que, - Somos nós
que precisamos nos melhorar para não termos mais estas ansiedades.
Levemente
acordada esta consciência, ainda no interior do forno das
transmutações ou a “Estação do Verão” que tem por mérito o
calor, toma conhecimento de sua existência e passa a interagir com a
nova forma, quando encerra esta etapa do nascimento para manifestação
de sua caminhada o que de ora em diante não será nada fácil,
porém, bastante produtiva no campo das experiências que se fazem
necessárias para aprimoramento da Alma em crescimento.
Passam-se
os dois primeiros meses, cheios de vida, alegrias e repletos de
sonhos e desejos a se realizarem no campo das ideações sob um sol
resplandecente e um calor promissor de realizações, neste período
havia uma conotação de que nada poderia ser impossível realizar
quando de repente tudo fica nublado, cinzento e penetra-se em um
estágio de incertezas aonde tudo aquilo que havia sido vivenciado e
pensado anteriormente perde o sentido, a vida se obscurece, os
sentimentos e os pensamentos se anuviam na dúvida da precariedade,
como se por passe mágico os sonhos um a um começam a cair para dar
nascimento à insegurança é o Outono não só “atingindo” a
Natureza, mas, participando por influência nos sentimentos humanos,
a seguir vem o Inverno com uma força aparentemente destrutiva e
descomunal.
Quando
se fala em inverno muita gente treme e não só de frio, mas, de
medo, de um temor sobre algo tenebroso que poderá mudar
comportamentos na Terra e na própria vida individual, é um momento
de estagnação, de trevas e de sofrimentos que não são entendidos
por que seus discernimentos estão estabelecidos no campo das
manifestações anímicas, imperceptíveis porque pertencem a
conceitos empíricos, não aceitos pela personalidade imediatista
como ferramenta buriladora e realizadora.
Logo
após este período de tormentos e vendavais vem o renascimento com a
Primavera com suas promessas envoltas em beleza e perfeição, tudo
se renova, renasce, floresce e nos conduz novamente a uma nova
esperança, aqui a palavra esperança é salutar, porque nos induz a
aguardarmos por dias melhores, alegres, iluminados e que mais uma vez
se aproxima o Verão.
Enfim,
o que representam as quatro estações em nossas vidas? –
Representam Ciclos Alquímicos que se fazem presente para entendermos
que estas mesmas etapas se realizam em nosso dia a dia, assim se
têm:. Da uma hora da madrugada até às seis horas da manhã um
Inverno; das sete horas ao meio dia a Primavera; da uma hora da
tarde, ás dezoito horas se nos apresenta o Verão e das dezenove
horas a Meia Noite o Outono.
Explico:
Como falei acima muitos ramos filosófico-religiosos afirmam que
morremos e nascemos todos os dias e que nem sempre teremos a certeza
de acordarmos pela manhã ou depois de uma noite de sono. Estas
afirmações estão ancoradas naqueles Sete Dons que nos aprimoram
comportamentos em busca de uma maturidade psicológica,
amadurecimento este que nos dará segurança e conforto a um real
viver baseado em um crescimento consciente do que somos e do onde
estamos inseridos para manifestarmo-nos. Para resumirmos nossa
exposição acima podemos definir nossas “Quatro Estações” como
sendo as Quatro etapas de nossas vidas que seguem movimentos rítmicos
em favor desta maturação o que nem sempre é alcançada por falta
de compreensão em uma única só reencarnação.
Assim
fomos formatados para nascer, crescer, envelhecer e morrer, nascemos
na Primavera, crescemos no Verão, envelhecemos no Outono e morremos
no Inverno até que compreendamos que isto é repetido em nosso
cotidiano viver quando nascemos pela manhã (Primavera), crescemos à
tarde (Verão), envelhecemos a noite (Outono) e morremos na madrugada
(Inverno), para, então tudo recomeçarmos. Compreendida esta
Mecânica Universal, podemos ter a convicção que só morreremos se
e quando quisermos, pois, aprendemos a conhecer e controlar o tempo e
o espaço ao nosso redor e dele fazermos o melhor uso por quanto
desejarmos e as etapas geradoras das Energias não deixarão de
existir, porém, com conhecimento de causa passam a interagir com
nosso mental/ativo para realizarem aquilo que desejarmos ser
e não o que pensamos estar sendo.
Neste
discernimento está inserido um novo mistério que um dia nos será
facultado o seu acesso, a Imortalidade do Corpo, o que de certa forma
já estamos vendo acontecer com um revigoramento acentuado em nossa
“velhice” humana.
A
longevidade já é uma realidade científica, apesar de pouco
entendida por falta deste conhecimento sobre o controle dos estágios
que perfazem o contexto para a devida Maturação Psicológica do
anímico/consciencial e psicobiofísico.
Não
somos seres alienados, somos sim, precariamente instruídos sobre
mecânicas universais que só são permitidos o seus acessos a quem
for escolhido pelos “Doutos da Sabedoria” como se fossem donos
deste manancial de Vida, Deus não escolhe ninguém para este
caminhar, cada um é que se faz escolher ao se colocar na trajetória
sem medo de ser feliz, mesmo sabendo que terá que confrontar ideias
dogmatizadas e subjugadoras da mente humana.
Estes
conceitos de realidade se fazem presente mediante afloramento de um
questionamento alicerçado no tempo, perguntas elaboradas na certeza
de que as poderemos interpretar se buscarmos no profundo de nós
mesmos as suas respostas.
Uma
destas indagações leva-nos a questionarmos a permanência! – O
que é imutável e duradouro em nossa caminhada ascensional? – O
que é fixo e não tem possibilidade alguma de sofrer variações de
espécie nenhuma? Nada, a não ser a nossa Essência, somente Esta
não sofre modificações e será a Ela que teremos que retornar a
consciência o resto todo é passível de mudanças, sim, Graças a
DEUS.
A
Essência Energética da qual somos oriundos não sofre nenhum tipo
de transformação, mas, tem em si a propriedade de transformar
gradativa e naturalmente tudo aquilo que lhe é colocado à frente,
entretanto, se houver uma ajuda mental considerável essas mudanças
acelerarão e se farão visíveis com muito mais rapidez.
Saber
que isto é possível leva-nos a uma busca em princípio baseada na
curiosidade do será, para depois aflorar uma consciência para uma
vivência diferenciada e não somente pela Lei de Sobrevivência como
normalmente a usamos.
Isso
é pobreza de espírito, miséria esta proposta por uma personalidade
que não teve a sua condição elevada à maturação psicológica a
qual lhe permitirá, então, não mais ser condicionada pelo mundo
circunstancial, passando a se transformar em Mestre de Si mesmo.
Não
vamos nos afastar da ideia de reconhecermos os “Semideuses”
operando em nosso interior com justo uso da Essência Primordial para
que sejamos perpétua e merecidamente mantidos neste campo de
evolução. Para tanto precisamos ter a certeza do que queremos e
porque queremos nos manter vivos eternamente.
A
imortalidade se não for para ser vivida com sentido criativo,
construtivo ela não tem por que acontecer. Fora deste contexto, é
melhor que continuemos a nos beneficiarmos na Roda de vida e morte
chamada de reencarnação para que venhamos a reconhecer a nossa
forma real para permanência na terra.
Os
Sete Arcanjos que protegem os Portais de nossas Igrejas Internas é
quem são os liberadores das possibilidades metafísicas do bom
funcionamento destes Órgãos que compõem a complexa máquina
humana, o Corpo. Cada um com o seu nome específico como próprio São
João os denominou em o Apocalipse ou o Livro das Revelações. Este
Livro Bíblico é o único de Ordem Iniciática que temos a
disposição de nossas mãos sendo muito complexa a sua
interpretação, mas, quando compreendida a sua mensagem nos abre
estes Portais Sagrados aonde nos permitirão por merecimento de busca
e perseverante trabalho realizado a interagirmos com os
Elohins Criadores na manutenção e
preservação de nossos corpos físicos por quanto tempo quisermos.
Vou
deixar agora que cada um pense em particular sobre o que será aqui
exposto nas próximas postagens com relação a estes Sete Átomos
Primordiais que realizam a Obra Divina em Terreno Fértil... Os Sete
Arcanjos que são os encarregados da Guarda destes Mistérios que
falamos acima.
Com
certeza iremos surpreender muita gente neste sentido, mas, o que
importa que questionemos estes processos e tentemos encontrar as
respostas que se escondem em nosso interior.
Até
a Próxima semana!
Sejam
Iluminados pela Luz Maior!
EU
SOU,
El
Pensator!
Carlos
Barros!
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